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Data: 18/08/2022 - Escrito por: Daiana Farias - Imagem: Reprodução/Internet

//Palestra discute prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher

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A ação também faz uma referência com a data da sanção da Lei Maria da Penha, que completou 16 anos no último dia 7

Em alusão ao Agosto Lilás, mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher, o Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres (CMDM), do município de Criciúma, em parceria com o curso de Direito da UNESC, realizará nesta sexta-feira (19), uma palestra com a Desembargadora Salete Silva Sommariva, com o tema, “Informar para transformar”. O evento será no auditório Ruy Hulse, às 8h30 e será aberto e gratuito ao público.  A ação também faz uma referência à data da sanção da Lei Maria da Penha, que completou 16 anos no último dia 7.

A Presidente do Conselho Municipal do Direito da Mulher, Maria Estela Costa da Silva explica sobre a relevância das palestras. “A importância da inserção da mulher na sociedade é muito maior do que se pode imaginar, mas a mulher acaba sendo privada de muitas coisas, principalmente de saber dos seus direitos. A violência é inadmissível, e em hipótese alguma a mulher deveria sofrer tanta violência e ser tão estigmatizada na sociedade. É por isto a importância dessas palestras, para sabermos os nossos direitos e cobrarmos melhores condições para as mulheres”, explica. 

Agosto Lilás e Lei Maria da Penha:

A campanha Agosto Lilás foi criada em referência à sanção da Lei Maria da Penha (Lei Federal nº 11.340/ 2006), assinada no dia 7 de agosto e que este ano completa 16 anos. Essa lei foi elaborada para amparar as mulheres vítimas de violência, seja ela física, sexual, psicológica, moral ou patrimonial e sensibilizar e conscientizar a sociedade sobre o necessário fim da violência contra a mulher.

O objetivo é dar visibilidade ao tema e ampliar os conhecimentos sobre os dispositivos legais existentes e como auxiliar as mulheres que sofrem essas violências, esclarecendo sobre as diversas formas de violência doméstica, sobre os direitos das mulheres e sobre a necessidade da equidade de gênero.

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