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Criciúma recebe a Conferência Macrorregional de Promoção da Igualdade Racial

Evento será realizado no dia 28 de outubro, na Unesc. Inscrições devem ser realizadas via internet
 / Fotos: Divulgação/Internet Texto: Fagner Santos

Neste sábado (28), a Prefeitura de Criciúma, por meio da Secretaria de Assistência Social, em parceria com o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial de Criciúma (Compirc), realiza a Conferência Macrorregional de Promoção da Igualdade Racial. Organizado das 13h às 19h, na sala 19 do Bloco P da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), o encontro pretende promover o respeito e a concretização de direitos humanos e liberdades para a população afrodescendente.

Interessados em participar da Conferência Macrorregional devem se inscrever através do link goo.gl/xb36CK. As vagas são limitadas. “Além de debater sobre os direitos humanos e liberdades fundamentais, os participantes da Conferência Macrorregional vão eleger os delegados para a IV Conferência Estadual, programada para o próximo mês”, explica o secretário municipal de Assistência Social, Paulo Cesar Bitencourt.

O evento reunirá representantes de seis municípios: Criciúma, Içara, Siderópolis, Braço do Norte, Tubarão e Laguna. Conforme o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, a participação dos moradores é fundamental para fomentar o debate sobre a igualdade racial. “O evento contará com o prestígio de representantes de órgãos governamentais e também da sociedade civil. A Conferência vai possibilitar uma troca de experiência para melhorarmos cada vez mais as políticas públicas que visam combater à desigualdade racial”, afirma.

Com o tema “O Brasil na Década Afrodescendente: Reconhecimento, Justiça e Desenvolvimento”, a Conferência Macrorregional contará com quatro eixos de debates. “Vamos falar sobre o Reconhecimento dos Afrodescendentes. No segundo eixo, a discussão será voltada à Garantia de Justiça dos Afrodescendentes. O Desenvolvimento Afrodescendente integra o terceiro eixo e, por fim, a Discriminação Múltipla Agravada aos Afrodescendentes”, conta a presidente do Compirc, Lívia da Silva.

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